quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

DAVID MACHADO na Semana da Leitura


David Machado à conversa com os nossos alunos



O jovem escritor, David Machado, recentemente premiado pela Sociedade Portuguesa de Autores, estará no dia 1 de Março, na Semana da Leitura do Agrupamento.

O que disse David Machado da visita à Sertã …

Foram duas semanas intensas. As visitas às escolas e bibliotecas não podiam ter corrido melhor. No total, calculo uma assistência de cerca de 800 alunos, em 12 sessões, da Sertã a Faro, de Castelo Branco a Lisboa. A participação dos alunos foi sempre entusiasmante. Colocaram-me questões recorrentes, mas também outras novas e inesperadas, como por exemplo: "Quanto é que pesas?" ou "Que pergunta é que nunca te fizeram e gostavas que fizessem?" Assinei e dediquei mais de 250 livros. O Tubarão na Banheira esgotou em todo o lado. Tanto nas escolas como nas bibliotecas a organização dos eventos foi sempre de nível muito elevado, e só não subiu ainda mais porque o mau tempo da semana passada não o permitiu.
In http://otubaraonabanheira.blogspot.com/

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Rosa Lobato Faria


A escritora, letrista e actriz Rosa Lobato Faria, morreu no dia 2 deste mês, aos 77 anos, depois de uma semana de internamento num hospital privado.
Foi colaboradora (dizendo poesias) de David Mourão-Ferreira em programas
literários da televisão. Autora, entre outros, dos romances Flor do Sal, A
Trança de Inês, Romance de Cordélia, O Prenúncio das Águas, ou mais
recentemente A Estrela de Gonçalo Enes (ed. Quasi). Publicamos aqui
a 'autobiografia' que escreveu para o JL há dois anos

Autobiografia


Quando eu era pequena havia um mistério chamado Infância. Nunca tínhamos
ouvido falar de coisas aberrantes como educação sexual, política e pedofilia.
Vivíamos num mundo mágico de princesas imaginárias, príncipes encantados e
animais que falavam. A pior pessoa que conhecíamos era a Bruxa da Branca de
Neve. Fazíamos hospitais para as formigas onde as camas eram folhinhas de
oliveira e não comíamos à mesa com os adultos. Isto poupava-nos a conversas
enfadonhas e incompreensíveis, a milhas do nosso mundo tão outro, e deixava-
nos livres para projectos essenciais, como ir ver oscilar os agriões nos
regatos e fazer colares e brincos de cerejas. Baptizávamos as árvores,
passeávamos de burro, fabricávamos grinaldas de flores do campo. Fazíamos
quadras ao desafio, inventávamos palavras e entoávamos melodias nunca
aprendidas.

Na Infância as escolas ainda não tinham fechado. Ensinavam-nos coisas
inúteis como as regras da sintaxe e da ortografia, coisas traumáticas como
sujeitos, predicados e complementos directos, coisas imbecis como verbos e
tabuadas. Tinham a infeliz ideia de nos ensinar a pensar e a surpreendente
mania de acreditar que isso era bom.
Não batíamos na professora, levávamos-lhe flores.

E depois ainda havia infância para perceber o aroma do suco das maçãs
trincadas com dentes novos, um rasto de hortelã nos aventais, a angustia de
esperar o nascer do sol sem ter a certeza de que viria (não fosse a ousadia
dos pássaros só visíveis na luz indecisa da aurora), a beleza das cantigas
límpidas das camponesas, o fulgor das papoilas. E havia a praia, o mar, as
bolas de Berlim. (As bolas de Berlim são uma espécie de ex-libris da Infância
e nunca mais na vida houve fosse o que fosse que nos soubesse tão bem).

Aos quatro anos aprendi a ler; aos seis fazia versos, aos nove ensinaram-
me inglês e pude alargar o âmbito das minhas leituras infantis. Aos treze fui,
interna, para o Colégio. Ali havia muitas raparigas que cheiravam a pão,
escreviam cartas às escondidas, e sonhavam com os filmes que viam nas férias.
Tínhamos a certeza de que o Tyrone Power havia de vir buscar-nos, com os seus
olhos morenos, depois de nos ter visto fazer uma entrada espampanante no salão
de baile onde o Fred Astaire já nos teria escolhido para seu par ideal.

Chamava-se a isto Adolescência, as formas cresciam-nos como as
necessidades do espírito, música, leitura, poesia, para mim sobretudo
literatura, história universal, história de arte, descobrimentos e o Camões a
contar aquilo tudo, e as professoras a dizerem, aplica-te, menina, que vais
ser escritora.

Eram aulas gloriosas, em que a espuma do mar entrava pela janela, a
música da poesia medieval ressoava nas paredes cheias de sol, ay eu coitada,
como vivo em gran cuidado, e ay flores, se sabedes novas, vai-las lavar alva,
e o rio corria entre as carteiras e nele molhávamos os pés e as almas.

Além de tudo isto, que sorte, ainda havia tremas e acentos graves.
Mas também tínhamos a célebre aula de Economia Doméstica de onde saíamos
com a sensação de que a mulher era uma merdinha frágil, sem vontade própria,
sempre a obedecer ao marido, fraca de espírito que não de corpo, pois, tendo
passado o dia inteiro a esfregar o chão com palha de aço, a espalhar cera, a
puxar-lhe o lustro, mal ouvia a chave na porta havia de apresentar-se ao macho
milagrosamente fresca, vestida de Doris Day, a mesa posta, o jantarinho
rescendente, e nem uma unha partida, nem um cabelo desalinhado, lá-lá-lá,
chegaste, meu amor, que felicidade! (A professora era uma solteirona, mais
sonhadora do que nós, que sabia todas as receitas do mundo para tirar todas as
nódoas do mundo e os melhores truques para arear os tachos de cobre que
ninguém tinha na vida real).

Mas o que sabíamos nós da vida real? Aos 17 anos entrei para a Faculdade
sem fazer a mínima ideia do que isso fosse. Aos 19 casei-me, ainda
completamente em branco (e não me refiro só à cor do vestido). Só seis anos,
três filhos e centenas de livros mais tarde é que resolvi arrumar os meus
valores como quem arruma um guarda-vestidos. Isto não, isto não se usa, isto
não gosto, isto sim, isto seguramente, isto talvez. Os preconceitos foram os
primeiros a desandar, assim como todos os itens que à pergunta porquê só me
tinham respondido porque sim, ou, pior, porque sempre foi assim. E eu, tumba,
lixo, se sempre foi assim é altura de deixar de ser e começar a abrir caminho
às gerações futuras (ainda não sabia que entre os meus 12 netos se contariam
nove mulheres). Ouvi ontem uma jovem a dizer, a revolução que nós fizemos nos
últimos anos. Não meu amor: a revolução que NÓS fizemos nos últimos 50 anos.
Mas não interessa quem fez o quê. É preciso é que tenha sido feito. E que seja
feito. E eu fiz tudo, quando ainda não era suposto. Quando descobri que ser
livre era acreditar em mim própria, nos meus poucos, mas bons, valores
pessoais.

Depois foram as circunstâncias da vida. A alegria de mais um filho,
erros, acertos, disparates, generosidades, ingenuidades, tudo muito bom para
aprender alguma coisa. Tudo muito bom. Aprender é a palavra chave e dou por
mal empregue o dia em que não aprendo nada. Ainda espero ter tempo de aprender
muita coisa, agora que decidi que a Bíblia é uma metáfora da vida humana e
posso glosar essa descoberta até, praticamente, ao infinito.

Pois é. Eu achava, pobre de mim, que era poetisa. Ainda não sabia que
estava só a tirar apontamentos para o que havia de fazer mais tarde. A ganhar
intimidade, cumplicidade com as palavras. Também escrevia crónicas e contos e
recados à mulher-a-dias. E de repente, aos 63 anos, renasci. Cresceu-me uma
alma de romancista e vá de escrever dez romances em 12 anos, mais um livro de
contos (Os Linhos da Avó) e sete ou oito livros infantis. (Esta não é a minha
área, mas não sei porquê, pedem-me livros infantis. Ainda não escrevi nenhum
que me procurasse como acontece com os romances para adultos, que vêm de noite
ou quando vou no comboio e se me insinuam nos interstícios do cérebro, e me
atiram para outra dimensão e me fazem sorrir por dentro o tempo todo e me
tornam mais disponível, mais alegre, mais nova).

Isto da idade também tem a sua graça. Por fora, realmente, nota-se
muito. Mas eu pouco olho para o espelho e esqueço-me dessa história da imagem.
Quando estou em processo criativo sinto-me bonita. É como se tivesse luzinhas
na cabeça. Há 45 anos, com aquela soberba muito feminina, costumava dizer que
o meu espelho eram os olhos dos homens. Agora são os olhos dos meus leitores,
sem distinção de sexo, raça, idade ou religião. É um progresso enorme.

Se isto fosse uma autobiografia teria que dizer que, perto dos 30,
comecei a dizer poesia na televisão e pelos 40 e tais pus-me a fazer umas
maluqueiras em novelas, séries, etc. Também escrevi algumas destas coisas e
daqui senti-me tentada a escrever para o palco, que é uma das coisas mais
consoladoras que existem (outra pessoa diria gratificantes, mas eu, não sei
porquê, embirro com essa palavra). Não há nada mais bonito do que ver as
nossas palavras ganharem vida, e sangue, e alma, pela voz e pelo corpo e pela
inteligência dos actores. Adoro actores. Mas não me atrevo a fazer teatro
porque não aprendi.

Que mais? Ah, as cantigas. Já escrevi mais de mil e 500 e é uma das
coisas mais divertidas que me aconteceu. Ouvir a música e perceber o que é que
lá vem escrito, porque a melodia, como o vento, tem uma alma e é preciso
descobrir o que ela esconde. Depois é uma lotaria. Ou me cantam
maravilhosamente bem ou tristemente mal. Mas há que arriscar e, no fundo, é só
uma cantiga. Irrelevante.

Se isto fosse uma autobiografia teria muitas outras coisas para contar.
Mas não conto. Primeiro, porque não quero. Segundo, porque só me dão este
espaço que, para 75 anos de vida, convenhamos, não é excessivo.
Encontramo-nos no meu próximo romance.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dia de S. Valentim


Propostas de trabalho para os alunos





Trabalhos dos alunos










Love is in the air






As cartas de amor serão ridículas?

Vê o que diz Fernando Pessoa sobre o assunto...


Cartas de Amor

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

Fonte: AGULHA, Revista. Jornal de Poesia. Acedido em: 14, Fevereiro, 2007. Álvaro de Campos: http://www.revista.agulha.nom.br/facam83.html

Net Segura

Comemora-se, no próximo dia 11 de Fevereiro, o Dia da Net Segura! Adopta uma atitude responsável quando acedes à Internet. Segue as instruções dos professores. Para mais informações, cicla em: http://www.seguranet.pt/index.php?section=6 Navega de forma esclarecida!

Concurso Nacional de Leitura - Fase Distrital



Alunos durante a prova







A fase distrital do Concurso Nacional de Leitura realizar-se-á no dia 19 de Abril, na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, em Vila de Rei, pelas 14 horas e trinta minutos.
Os textos a concurso para o 3º ciclo são os seguintes:
Fernão Capelo Gaivota de Richard Back
e Singularidades de uma Rapariga Loura, in Contos de Eça de Queirós.







CONTAMOS CONTIGO!

Boas leituras!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA

A primeira fase do Concurso Nacional de Leitura decorreu no passado dia 8 de Janeiro, na Biblioteca.
Alunos do 3º ciclo realizaram uma prova sobre uma das obras a concurso, a saber: A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez e O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia de Mello Breyner.
Foram apurados à Fase Distrital os alunos:
António Pedro Moreira Ferreira, Filipa Tavares dos Santos e Rosa Aparício.

A Fase distrital irá decorrer bem perto de nós, em Vila de Rei, na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires.

Oportunamente será divulgada a data da prova e as obras a concurso.

Até lá, boas leituras!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Visita a disciplina da BE na plataforma Moodle

Os que eles pensam da BE


No âmbito da Formação Cívica e do Mês Internacional da Biblioteca Escolar, foi pedido a cada Director de Turma que promovesse uma reflexão com os seus alunos sobre a Biblioteca Escolar: o mais ou menos gostavam e sugestões.
É o fruto dessa reflexão que aqui deixamos...



O que eles mais gostam na BE…

• utilizar os computadores
• pesquisar na internet
• a variedade de livros / as colecções de livros
• ler /requisitar livros
• participar nas actividades propostas pela equipa da BE (O Problema da Semana, O Poema do Mês…)
• consultar livros
• o aspecto / cor das paredes
• o ambiente tranquilo
• DVDs/CDs
• jogos
• jornais / revistas
• sala de projecção
• dossiês temáticos
• as exposições de trabalhos
• a decoração / o ambiente
• o espaço para trabalhar

O que eles menos gostam na BE…

• excesso de barulho
• problemas no funcionamento dos computadores / internet
• não ser autorizado o acesso aos sites preferidos dos alunos (MSN, Hi5,…)
• não ser permitido jogar nos computadores da BE nem nos portáteis dos alunos
• número insuficiente de computadores
• pouca variedade de filmes e jogos
• alguma confusão nas inscrições para a utilização dos computadores / requisição de livros
• falta de espaço para colocar as mochilas
• desactualização de algumas revistas
• ter de pagar as impressões e fotocópias de trabalhos
• não ser permitido fazer o carregamento dos portáteis dos alunos
• a falta de respeito de alguns alunos pelos materiais existentes
• o mau comportamento de alguns alunos
• problemas no funcionamento das TVs
• o atendimento
• poucos exemplares de livros científicos

Sugestões


• Actualização de filmes/ livros
• Aquisição de mais computadores
• Maior variedade de revistas e jornais
• Aquisição de mais jogos
• Existência de um “cantinho” só para a leitura
• Aquisição de mais mesas e cadeiras
• Na utilização dos computadores, dar prioridade aos alunos que vão fazer trabalhos
• Passagem de filmes à hora de almoço (com inscrição prévia)
• Fazer cumprir as regras de funcionamento da BE
• Permitir a requisição de todo o tipo de livros
• Permitir o carregamento dos portáteis dos alunos
• Permitir a consulta dos sites preferidos dos alunos
• Autorização para jogar nos computadores
• Alteração da cor das paredes
• Maior variedade de actividades
• Presença de professores, durante todo o dia, para ajudarem os alunos na realização de trabalhos
• Mais espaço para colocar as mochilas
• Mais almofadas
• Não permitir a presença de alunos com mau comportamento
• Melhorar o atendimento
• Poder ver programas de televisão

O espírito natalício invadiu a BE





O nosso Presépio





A nossa árvore de Natal


NATAL AFRICANO

Não há pinheiros nem há neve,
Nada do que é convencional,
Nada daquilo que se escreve
Ou que se diz… Mas é Natal!
Que ar abafado! A chuva banha
A terra, morna e vertical.
Plantas da flora mais estranha,
Aves da fauna tropical.

Nem luz, nem cores nem lembranças
Da hora única e imortal.
Somente o riso das crianças
Que em toda a parte é sempre igual.

Não há pastores nem ovelhas
Nada do que é tradicional.
As orações, porém, são velhas
E a noite, é Noite de Natal

Cabral do Nascimento

Camapanha de Solidariedade - AMI



As Bibliotecas Escolares do Agrupamento aderiram à campanha de solidariedade da AMI e lançaram o desafio aos utilizadores:

Recolha de Natal:

Vamos ajudar a AMI?!


Artigos de higiene pessoal:
T Gel banho, shampô, giletes, pasta e escovas de dentes, espuma de barbear e sabonetes.
Artigos de higiene do lar:
T Lixívia, detergentes de louça e roupa, papel higiénico.
Alimentos de longa duração:
T Leite (embalagens de litro e individuais), enlatados, arroz, massa, açúcar, azeite.

São estes os produtos que todos podem trazer para ajudar os mais carenciados.

O que eles lêem

Aqui ficam as leituras propostas por duas alunas participantes na actividade Ler é Fixe.



Comemoração do S.Martinho


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Concurso de Escrita Criativa - Concurso de Cartas ao Pai Natal



Os alunos de 2º e 3º ciclos responderam com grande entusiasmo, como se pode verificar pelo elevado número de participantes, ao desafio lançado pela Biblioteca. As Cartas premiadas serão divulgadas brevemente.

Cartas premiadas:

Carta ao Pai Natal

Sertã, 9 de Dezembro 09

Querido Pai Natal!

Este ano gostava que fosse diferente de todos os outros.
Decidi escrever-lhe para lhe pedir ajuda em nome de todas as crianças que pelo Mundo inteiro passam fome e frio, para que este ano pudessem ter um lar e comida quentinha e saborosa e uma pequenina prendinha no seu sapatinho.
Também gostava que fizesse voar uma pomba branca pelo Mundo para que fizesse espalhar a paz e a alegria. Ah, também não se esqueça dos idosos que por vezes são esquecidos em suas casas e hospitais.
Eu para mim não peço prenda, só queria que me ajudasse a ter boas notas.
Obrigada pela sua compreensão.
Adeus, até breve!
Com um beijinho da sua amiga,

Patrícia


(Patrícia Dias Martins - 5ºD)

Carta ao Pai Natal

Sertã, 9 de Dezembro 09

Querido Pai Natal:

Neste Natal, eu gostava que houvesse um sorriso em cada criança de África, uma montanha de comida e um coração cheio de paz. Um emprego para todos se sustentarem e que aparecesse um mágico cientista para inventar vacinas contra as doenças incuráveis.
Mas também quero outros presentes para o nosso Mundo. As pessoas podem passar a usar máquinas mais ecológicas, optar pelas lâmpadas economizadoras e fazerem mais a reciclagem.
Isto tudo é só um começo porque, se tudo melhorar, para o ano viveremos melhor.
Um beijo,

Sara


(Sara Raquel Alves Farinha - 6ºC)


Carta ao Pai Natal

Sertã, 9 de Dezembro 09

Querido Pai Natal!

Gostávamos muito de te conhecer e descobrir se és real ou fruto da fantasia dos adultos. Dizem que onde vives cai tanta neve que até dá fazer bonecos de neve e bolas de neve e atirá-las uns aos outros…
Dizem que moras no Pólo Norte, na Gronelândia, na Islândia… Onde será?
Os adultos dizem que tens barba grande, andas sempre vestido de vermelho e te deslocas de trenó puxado por renas, mas não queremos saber se isso é verdade. Só queríamos que ajudasses os pobres, lhes desses saúde, alimentos e abrigo. Queríamos, ainda, que as guerras acabassem para sempre e que houvesse paz no Mundo.
Por isto tudo, esperamos que leias a minha carta e que concretizes os nossos desejos.
Um feliz Natal, cheio de amor, paz e alegria.

Ana , Inês , Melissa e Jéssica


(Ana Nunes, Inês Antunes, Melissa Simão e Jéssica Gaspar – 8ºD)


Estas cartas foram lidas durante as actividades de final de 1º período. Os alunos participantes puderam eleger a sua carta favorita.

domingo, 8 de novembro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Concurso de Escrita - "Aventura na Biblioteca"

Concurso de Escrita: Aventura na Biblioteca


No âmbito das actividades comemorativas do Mês Internacional da Biblioteca Escolar, a equipa da BE propôs, a cada turma do 2º e 3º ciclos, a elaboração de uma história colectiva, partindo todas do mesmo mote, fornecido pela equipa. Assim, a história começa na turma C de cada ano de escolaridade e termina na última turma desse mesmo ano. Terminada a tarefa, teremos 5 histórias diferentes, de acordo com a imaginação e criatividade dos nossos jovens escritores.


Era o segundo dia de aulas. Cristiana estava sentada confortavelmente num sofá da biblioteca. Sentia-se ali bem e a revista “Visão Júnior que folheava parecia-lhe super-interessante. Amigos ainda não os tinha…
Havia algum tempo que ali estava, quando um acontecimento insólito despertou a sua atenção e de todos os seus colegas de turma. Num acto de magia, perante o espanto de todos, um livro tinha pulado de uma estante. O maia surpreendente foi o que aconteceu a seguir….
Surpreendentemente o livro voltou para cima da mesa e os alunos da turma da Cristiana, colocaram-se em seu redor. De um momento para o outro, as luzes apagaram-se e as personagens ganharam vida. Após aquele acontecimento os alunos, a professora e os funcionários da biblioteca ficaram paralisados, quando observaram através da janela, escravos a construírem pirâmides e outros monumentos, comerciantes a fazerem importações e exportações através do Rio Nilo. A escola tinha-se transformado numa sociedade egípcia.
De seguida, saíram à rua e viram que a biblioteca se tinha transformado numa simples casa.
A turma ficou tão entusiasmada que decidiu explorar a “nova escola”. Ao longe avistaram o palácio do faraó, também viram junto das margens do rio camponeses a trabalhar nas terras. Cristiana, Guilherme, Benedita e Vasco ficaram abismados ao verem as técnicas de trabalho. De repente um agricultor de nome Djeuty, que estava a ceifar trigo, feriu-se num dedo. Os quatro colegas, ali presentes, prestaram-lhe logo auxílio. Djeuty, grato pela sua generosidade dos jovens, abrigou-os em sua casa.
No dia seguinte, foram os cinco de camelo até às pirâmides, onde viram três homens que lhes despertaram a atenção. Eram ladrões a escavarem um túnel subterrâneo que dava acesso ao túmulo do antigo Faraó. Logo de seguida, Benedita pergunta onde solicitar ajuda e Djeuty indica-lhe os guardas que estão à porta do palácio do Faraó. Então, Benedita e Cristiana vão até ao palácio e Guilherme, Vasco e o Sr. Djeuty tentam impedir os ladrões de praticarem tal acto.
Quando os guardas chegaram junto da pirâmide já os ladrões estavam amarrados.
Tutankamon (faraó actual) ficou muito admirado com o acto daqueles jovens e do simples agricultor. O faraó como recompensa deu cinco barras de ouro a cada jovem e ao agricultor deu o benefício de se mudar para o seu palácio. Depois foram admirar o rio Nilo acompanhados pelo faro…
-Cristiana, acorda! São horas de ires para a escola!
- Mas… - respondeu confusa.
Na realidade Cristiana tinha sonhado esta aventura. Levantou-se, vestiu-se, tomou o pequeno-almoço e foi para a escola. Quando chegou a Benedita, o Vasco e o Guilherme estavam todos reunidos e chamaram-na. Contaram-lhe os seus sonhos e perguntaram-lhe se ela também tinha sonhado o mesmo que eles e ela disse que sim. Não deram muita importância, consideraram que fora apenas uma coincidência.
Tocou. Cristiana foi à biblioteca e o livro, o mesmo livro estava na mesma mesa. Ela pensou «Será que se tratou mesmo de um sonho?».
- Cristiana, a menina não tem aulas? – perguntou a funcionária da biblioteca.
- Sim, sim, vou já para a sala. Até logo!
Cristiana passou as aulas inteiras a pensar no assunto, mas ainda não tinha provas para justificar que não tinha sido apenas um sonho. Mais tarde, voltou à biblioteca, viu o livro e perguntou à funcionária:
- Não arruma este livro?
- Não, respondeu-lhe.
Ela não se atreveu a perguntar porquê, pois já sabia a resposta.
Cristiana acabara o seu dia de aulas e regressava a casa quando encontrou o tal homem. Correu para ele e perguntou-lhe:
- Desculpe, como é que o senhor se chama?
- Tu já sabes, porque é que estás a perguntar?
Ela surpreendida com a resposta, voltou a olhar mas já não viu ninguém…


7ºD
Ana Barata; Inês Calado




Aventura na Biblioteca - 8º Ano


Era o segundo dia de aulas. Cristiana estava sentada confortavelmente num sofá da Biblioteca. Sentia-se ali bem e a revista “Visão Júnior” que folheava parecia-lhe super interessante. Amigos ainda não os tinha…
Havia algum tempo que ali estava, quando um acontecimento insólito despertou a sua atenção e de todos os seus colegas de turma. Num acto de magia, perante o espanto de todos, um livro tinha pulado de uma estante. O mais surpreendente foi o que aconteceu a seguir …
O livro que caiu no chão não era um livro qualquer, era especial. As suas folhas eram intocáveis e faziam-nos sentir senhores de todo o Mundo. Por mais que as quiséssemos tocar, elas fugiam como um pequeno rato indefeso, foge de um feroz gato.
Cristiana para conseguir obter mais informação sobre aquele livro único e maravilhoso, vindo do nada, tentou acalmar-se. Mas, para seu espanto, o livro, levitando, aproximou-se dela como se a tivesse escolhido. De dentro daquele fantástico livro saiu um homem alto, com uma enorme barba, vestia uma grande capa de cabedal reluzente, um autêntico mago…
O mago puxou Cristiana para dentro do livro, Cristiana ficou apavorada, mas, quando olhou à sua volta, estava num mundo de fantasia. Cristiana não conseguia falar, era como se lhe tivessem apagado as palavras como por magia. Ali tudo parecia encantado. Naquele lugar, onde tudo parecia irreal, Cristiana podia vislumbrar unicórnios, fadas, anjos, árvores a falar, flores a cantar, mas, no meio daquele encantamento todo, houve algo no qual ela não pôde deixar de reparar…
Vestido com o seu habitual fato vermelho e as suas inconfundíveis barbas brancas, ali estava ele, o velhote mais conhecido no mundo inteiro: o Pai Natal!
Cristiana deu uma corrida até junto dele e, nesse momento, viu que ele estava com um ar pesaroso e muito mais magro, aparentava ter perdido mais de trinta quilos.
A menina deu-lhe um grande abraço e, antes que tivesse tempo de lhe dizer algo, o Pai Natal estendeu-lhe uma carta que Cristiana começou imediatamente a ler e onde estava escrito o seguinte:
Exmo. Sr. Santa Claus
Em nome da defesa e protecção dos animais, vimos dar-lhe conhecimento da mais recente legislação que salvaguarda o bem-estar e o direito ao descanso dos animais em épocas festivas. Deste modo, fica completamente interdito usar o serviço das renas como transporte de presentes, na noite de Natal.
Cristiana decidiu ir pedir ajuda ao mago para este tentar arranjar um outro meio de transporte para o Pai Natal utilizar. Começando a andar por uma vereda com muitas árvores e flores, encontrou um unicórnio em cima de um rochedo e perguntou-lhe:
- Olá unicórnio! Sabes onde posso encontrar um mago alto de barbas e com uma capa de cabedal?
- Olá! Quem és tu?
- Sou a Cristiana e estou aqui para ajudar o Pai Natal.
- Então podes seguir por aquele caminho à direita, mas tem cuidado com as árvores carnívoras! Estás a ver ali aquele arbusto?
- Aquele que tem as bagas vermelhas e muitos picos? – perguntou a Cristiana.
- Esse mesmo! Vai lá, colhe sete bagas e come-as. Ficarás capaz de voar até à gruta onde mora o mago.
- Obrigada, unicórnio! Feliz Natal!
- Boa sorte Cristiana, Feliz Natal para ti!
Cristiana assim fez, colheu e comeu as sete bagas todas de uma vez. Começou a sentir o corpo todo a aquecer e alguns formigueiros nos dedos.
- Meu Deus, o que se passa comigo?
Cristiana começou a elevar-se do chão, sentindo-se leve como uma pluma. Ficou maravilhada ao ganhar altitude, pois conseguia ver o bosque inteiro. Viu inicialmente uma parte em ruínas e mais à frente, a gruta onde vivia o mago, no meio do nevoeiro. Cristiana começou a descer e logo encontrou o mago junto da gruta.
- Olá Cristiana, eu já sei o que tu queres, para isso me servem os meus super-poderes! Através da minha magia, eu vou conferir ao trenó o poder de se deslocar sozinho através de um feitiço.
De repente, Cristiana aparece em sua casa, no jardim, era já noite de Natal. Estava frio e as estrelas brilhavam.
Cristiana olhou para o céu e viu o Pai Natal no seu trenó, piscando-lhe o olho.
Enquanto os pais de Cristiana a abraçavam, ela compreendeu que tinha cumprido a sua missão.

Os alunos de 8º ano




Aventura na Biblioteca - 5º ano


Era o segundo dia de aulas. Cristiana estava sentada confortavelmente num sofá da Biblioteca. Sentia-se ali bem e a revista “Visão Júnior”, que folheava, parecia-lhe super interessante. Amigos ainda não os tinha…
Havia algum tempo que ali estava, quando um acontecimento insólito despertou a sua atenção e de todos os seus colegas de turma. Num acto de magia, perante o espanto de todos, um livro tinha pulado de uma estante. O mais surpreendente foi o que aconteceu a seguir …
O livro caiu ao lado do sofá da Cristiana, aberto, com algumas folhas dobradas, assustado sem saber o que fazer, olhou à sua volta, viu muitos olhinhos abertos e espantados.
O livro tentou levantar-se mas, tinha dificuldade e sentia-se tonto. Então, devagarinho, pôs as folhas no lugar, a gemer baixinho, a cambalear pôs-se em pé e encostou-se ao sofá. A Cristiana, com todo o cuidado pegou no livro e abraçou-o carinhosamente.
- És tão lindo! Não tenhas receio – disse a menina com uma voz muito meiguinha.
- Eu sou apenas um livro esquecido numa prateleira, sempre muito apertadinho. Só quis chamar a atenção, mas fiquei tão nervoso que causei esta agitação – justificou-se.
A funcionária, de olhos arregalados, pálida e com a voz a tremelicar, exclamou:
- Falas mesmo?! Estou aqui há tantos anos e nunca vi um livro falar.
A turma, completamente espantada, fez um círculo à volta do sofá onde Cristiana e o livro permaneciam.
Todos queriam falar ao mesmo tempo – uma verdadeira algazarra…
- Livrinho, tu és mesmo deste Planeta? – questionou o Daniel com ar incrédulo.
-Ah! Não estás a acreditar em mim! … exclamou tristemente o pequeno livro. – Olha, se falares com os teus colegas mais velhos acho que alguns se lembrarão de mim.
- É uma ideia fabulosa! Vamos chamar o Luís, o primo da Ana, aquele que anda no 11º ano e veremos o que acontece.
- Não se atrevam a duvidar dele – avisou Cristiana muito irritada.
- O quê?! Estás boa da cabeça? – gritou outro colega da turma.
Depois das aulas, foram ter com o Luís e outros colegas mais velhos.
- Luís, conheces o livro falante da nossa biblioteca?
- Claro que sim! Desde o 5º ano. Já me tinha esquecido dele! É um livro especial que, quando não lido durante muito tempo, começa a falar.
- Será que pode acontecer o mesmo com os outros livros? Há lá tantos que não saem das estantes há tanto tempo… Agora os alunos só vão para os computadores! -exclamou a Cristiana.
A partir desse dia, os alunos decidiram começar a ler mais. Todos os dias iam à biblioteca requisitar livros. O livro falante passou a ser o mais popular e nunca mais precisou de falar.


Alunos das turmas C, D, E e F do 5º ano




Era o segundo dia de aulas. Cristiana estava sentada confortavelmente num sofá da Biblioteca. Sentia-se ali bem e a revista “Visão Júnior” que folheava parecia-lhe super interessante. Amigos ainda não os tinha…
Havia algum tempo que ali estava, quando um acontecimento insólito despertou a sua atenção e de todos os seus colegas de turma. Num acto de magia, perante o espanto de todos, um livro tinha pulado de uma estante. O mais surpreendente foi o que aconteceu a seguir …
Misteriosamente, o livro andou a levitar pela sala, espalhando no ar estrelinhas minúsculas e douradas, tão brilhantes como o pó das fadas, num dia de céu muito azul. Parecia andar à procura de um sítio especial. Rodopiou ao de leve e foi pousar sobre a saia branca e preta de Cristiana. Abriu suavemente as suas folhas da cor dos lírios e segredou à menina coisas fantásticas que mais ninguém conseguia ouvir …
Os colegas atropelavam-se em perguntas, estupefactos.
- Mas os livros falam? – perguntou o Dylan muito admirado.
- O que é que está a acontecer? – insistiam em coro.
Cristiana permanecia imóvel, parecia hipnotizada, alheada do mundo real.
Pairava no ar uma sensação de aventura, mas também de estranheza.
Entretanto, para espanto geral, o livro resolveu falar alto, para que todos o ouvissem.
- Que magia! Nunca vi uma coisa assim … - balbuciou a bibliotecária, pálida como a cal da parede.
- Não se assustem, sou apenas um livro mágico com uma missão…
- Que missão é essa? – perguntou a Cristiana.
O livro sentiu-se nas nuvens, feliz, com o coração a saltitar.
- Eu … eu … pretendia que todos aqueles que já me folhearam, me leram e compreenderam, tivessem vivido uma aventura, porque a minha missão é dar alegria, prazer e felicidade aos leitores!


Alunos das turmas C, D, E e F do 6º ano








domingo, 25 de outubro de 2009

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares



Actividades:

- Sessão de formação do utilizador – Organização da BE - A CDU
- Peddy-Paper - ”À Descoberta da Biblioteca Escolar”
Alunos inscrevem-se autonomamente, na BE, em grupos de 4 alunos ou o professor inscreve e acompanha a sua turma, na grelha anexa.
- Sessões de leitura - realizadas por alunos/ elementos da comunidade escolar.
- Poesia ao Pequeno-almoço
Para iniciar as actividades do Dia Da Biblioteca Escolar, será deixado um livro de poesia na secretária de cada professor que poderá, se assim o entender, ler um dos poemas ou lançar o desafio a um aluno da turma.
(O livro será recolhido pelo Auxiliar de Acção Educativa no final da aula)
- Placard — “Uma Boa razão para utilizar a Biblioteca”
Os alunos serão convidados a reflectir subordinada à temática: “Para mim, a BE é …”. O fruto dessa reflexão será registado no placard.
- Oficina de Escrita Criativa:
Aventura na Biblioteca
A história começa na turma C de cada ano de escolaridade e passa à turma seguinte até à última turma desse mesmo ano.
- Reflexão:
O que mais gosto na BE/O que menos gosto na BE.
Cada turma na aula de Formação Cívica reflecte sobre a BE e os aspectos que mais/menos aprecia na sua acção/organização. O fruto dessa reflexão será enviado à BE que divulgará essas opiniões e procurará responder às necessidades dos utilizadores.
- Concurso: Cria um spot publicitário para a Tua BE.

Dia Mundial da Alimentação

Chiken a la carte

Filme sugerido aos directores de turma para promover a reflexão sobre um dos maiores flagelos que a Humanidade enfrenta, a fome. No século XXI, continuamos sem conseguir repartir a riqueza por todos os seres humanos.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Comemoração do 10 de Junho - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas



Dia de Camões
Actividades:

· Leitura de um texto relacionado com um país/autor lusófono, na sala de aula, ao 1º tempo da manhã;
· Construção da Bandeira Portuguesa;
· Exposição comemorativa(Biografias, Textos);
· Divulgação de aspectos identificadores da Cultura Portuguesa;
· Divulgação de música lusófona;
· Visionamento de um vídeo sobre as comunidades portuguesas e Camões;
· Dinamização de Passatempos.

Plano Nacional de Leitura - Concurso de Inês de Castro




No âmbito de um desafio do Plano Nacional de Leitura, do tema da Área de Projecto “Sexualidade” e dos conteúdos de Língua Portuguesa (Narrativa Épica - episódio de Inês de Castro d’ Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões), o nosso grupo, constituído pela Ana Fernandes, Inês Costa, Inês Lopes, Telma Alves e Célia Carmo, do 9º C da EB23 PALF, construiu um blogue para o Concurso Inês de Castro - http://lacos-eternos.blogs.sapo.pt/
Como o tema da Sexualidade e do Amor despertam o interesse dos jovens da nossa idade, pretendemos conhecer o modo como o Amor era vivido no tempo de Inês de Castro e aprendermos a gerir os nossos sentimentos e relacionamentos.
Fomos ajudados neste trabalho pela professora de Língua Portuguesa, Isabel Barroso e pela professora de Área de Projecto, Almerinda Martins.
Achámos o concurso uma ideia bastante interessante e foi bastante enriquecedor ler, recriar e descobrir mais coisas sobre Inês de Castro.
Foi também importante conhecer os trabalhos das outras escolas.
Não ganhamos, mas aprendemos muito com esta experiência.

Ana Fernandes, Inês Costa, Inês Lopes, Telma Alves e Célia Carmo, 9º C/EPALF